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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Empresa ensina "felicidade"








Empresa ensina "felicidade" e ganha empregados mais produtivos





Uma empresa americana chamada MEC ofereceu a um grupo de trabalhadores de seu escritório em Nova York (EUA) uma oficina sobre a felicidade, informou a revista Fast Company. O curso foi feito para que os funcionários fossem mais alegres e, assim, produzissem mais. Confira os principais itens desenvolvidos pelo curso.


Autorização

Funcionários autorizados a participarem do curso compensam. Cada pessoa que participou do curso teve a oportunidade de sentir como poderia cuidar melhor dos problemas pessoais, tendo assim mais tempo para se concentrar na jornada de trabalho, afirmou a revista.
Mais feliz, mais produlção
Após o curso, situações interessantes ocorrem com os empregados que realmente vão além do dever no trabalho, diz a revista. Um exemplo foi a promoção de um dos participantes para a chefia de um departamento inteiro.
A felicidade é contagiosa
De acordo com a publicação, com algumas semanas de curso, diversos outros funcionários da empresa enviaram e-mails perguntando como eles deveriam se inscrever ou se havia outro curso similar já planejado.
Felicidade inspira
A felicidade inspira a boa gestão. Um exemplo no curso foi de um gestor que atravessava um momento difícil. Após o aprendizado, ele tem feito progressos significativos para se tornar mais aberto e comunicativo.
Felicidade X Stress
Gerir a equipe pode ser um jogo de xadrez - já que é preciso agradar os funcionários sem descumprir os prazos dos clientes. Enquanto isso, os funcionários mais felizes conseguem equilibrar melhor as pressões do local de trabalho e se desenvolver de forma mais eficaz.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Movimento Mais Feliz



Brasil terá índice para avaliar felicidade e bem-estar da população

Da Agência Brasil, em São Paulo

O site do primeiro indicador de bem-estar e felicidade no Brasil foi lançado nesta quarta-feira (13) pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV (Fundação Getulio Vargas) em parceria com o Movimento Mais Feliz e a rede social MyFunCity. O Well Being Brazil (WBB), como será chamado o Índice de Bem-Estar Brasil, vai medir o nível de satisfação do brasileiro.
O primeiro índice, segundo informou Mauro Motoryn, presidente do Movimento Mais Feliz, deverá sair no final de dezembro. "Ele terá a característica e a cara do Brasil. O WBB é o retrato real do país e trará um estudo de tendência e uma pesquisa acadêmica juntos", disse.
O nome do índice foi definido em inglês para poder possibilitar pesquisas também pelas universidades internacionais, declarou ainda Motoryn.. "Esta será a primeira mensuração que será feita no Brasil para pesquisar o índice de satisfação do cidadão brasileiro com os serviços públicos, com os serviços públicos das empresas privadas e a sua percepção sobre o que lhe rodeia como segurança e meio ambiente", explicou em entrevista à Agência Brasil.
Segundo ele, o indicador será formado pelo um tripé: cidadão, Poder Público (que inclui também as políticas públicas de empresas privadas que interferem na vida do cidadão) e a percepção do cidadão sobre tudo o que o rodeia.
Para Motoryn, a grande importância de se criar um índice como este, e passar a medir a satisfação do cidadão brasileiro, é a de contribuir com as políticas públicas. "É o estabelecimento de políticas públicas que venham a causar a melhoria de qualidade de vida do cidadão", disse.
A ideia é que, além do índice, as pessoas também se utilizem da plataforma do MyFunCity para poder dar subsídios à gestão pública. "Se de um lado eu tenho o índice, do outro eu tenho uma rede social de interesse público que vai alimentar as prefeituras para elas poderem estabelecer suas plataformas de gestão", explicou.
Isso, segundo Motoryn, funcionará em todas as cidades brasileiras. "Lá você poderá postar fotos e comentários. Não é só dar nota, se gostei ou não gostei. O Brasil já passou da fase do gostar ou não gostar. Temos o 'gostei por isso' ou 'não gostei por isso' e 'minha participação na gestão é essa ou aquela'", completou.
A construção do indicador se dará por ação conjunta envolvendo o meio acadêmico, empresas e movimentos sociais. O índice está sendo desenvolvido em fases: nesses primeiros 20 dias, por exemplo, será estabelecida a metodologia de estudo. Começa-se então a coleta de dados para se chegar à primeira proposta do que é essencial para os cidadãos do país. Haverá também audiências públicas com governadores, prefeitos e sociedade civil nas cidades de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, do Recife, de Manaus e Brasília. As audiências vão produzir um questionário definitivo, que levará a uma nova pesquisa de campo. A última fase é a divulgação do índice, prevista para dezembro.
"Toda a pesquisa será estruturada com questionários em profundidade, que serão disponibilizados na internet", explicou Motoryn. Quaisquer pessoas poderão participar e se inscrever na pesquisa, bastando acessar o site criado para o indicador. Segundo ele, dez temas serão analisados: clima e atividades ao ar livre, transporte e mobilidade, família, redes de relacionamento, profissão e dinheiro, educação, governo, saúde, segurança e consumo.
fonte(UOL)